Educação, aprendizado e ferramentas de raciocínio

dezembro 25, 2007

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Estou escrevendo este post motivado por recentes resultados de pesquisas educacionais que ano após ano colocam o Brasil nos últimos lugares em todos os aspectos avaliados do ensino.Claro que temos vários problemas graves em nossa educação, mas eu gostaria de destacar 2. O primeiro deles acredito que seja algo mais particular do Rio de Janeiro, mas talvez se aplique a outros estados também.

Aqui no Rio de Janeiro existe na educação pública um conceito totalmente maléfico e inexplicável, que é o da aprovação automática no primário. Não estou certo se fazem isto no ginásio também, mas mesmo que seja apenas no primário é algo estarrecedor. Com a aprovação automática, crianças que não sabem nem ler e escrever são aprovadas seguidamente, e às vezes chegam à quinta série do ensino fundamental totalmente analfabetas. Eu escutei na Band News um tempo atrás o caso de um garoto da quinta série totalmente analfabeto. Ele era capaz de reconhecer letras, mas não mais do que isso. Pediram para ele ler a frase escrita na bandeira nacional, e ele não saiu do “O”! Isto é algo que me revolta profundamente, mas que continua acontecendo com essa aprovação automática na qual não consigo ver nenhuma boa intenção por trás. Que bela maneira de se ter “Ordem e Progresso”!

Outro problema, este não restrito à educação pública, é o da educação focada no vestibular. Me parece que estes colégios e cursinhos que preparam para o vestibular elaboram receitas de aprovação que são iniciadas antes mesmo do ensino médio (antigo segundo grau). Não vejo problemas em tentar preparar os alunos da melhor forma possível para o vestibular, pois a competição é realmente acirrada e existem poucas vagas de qualidade para muitos candidatos. Entretanto, pelo que tenho lido e percebido, isto é feito muito mais na base da avalanche de informações e técnicas de memorização do que efetivamente aprendizado. Os alunos dos cursos pré-vestibular são submetidos a uma carga horária tão absurda que não sobra nem mesmo tempo para que pensem por si mesmos. Todo o tempo será gasto com apostilas que precisam ser entregues resolvidas (mesmo que copiadas) e com aulas e mais aulas durante a semana e no fim de semana.

O problema com isso é que memorizar é muito diferente de aprender. Embora isto possa ajudar na aprovação no vestibular, memorizar não vai te preparar da melhor forma para a vida. Muito melhor do que ensinar a LEMBRAR é ensinar a PENSAR. Lembrando você exercerá o mesmo papel de uma enciclopédia que cataloga fatos e dados. Pensando você utilizará fatos e dados previamente obtidos para chegar às suas próprias conclusões e opiniões. Você não estará lembrando das conclusões e opiniões que o avaliador do vestibular está esperando para dar as notas. Você será capaz de tirar as suas próprias conclusões, e como sabemos para cada situação podemos ter várias opiniões válidas.

Farei uma pequena ressalva. Eu tive a sorte de ter uma educação excepcional. Estudei da quinta série do ensino fundamental ao terceiro ano do ensino médio no Colégio Militar do Rio de Janeiro. Para ingressar no colégio tive que prestar concurso com outras 4500 crianças disputando 60 vagas. Lembro-me com todos os detalhes do dia no final de 1992 em que eu fui com meu avô ao Colégio Militar saber do resultado do concurso e ver que eu tinha sido o quarto colocado. Foi um dos dias mais felizes da minha vida 🙂 Após estudar no Colégio Militar, ingressei na Universidade Federal do Rio de Janeiro, aprovado também em quarto lugar no curso de Engenharia Eletrônica e de Computação. Meu colégio me educou tão bem que eu não precisei fazer nenhum cursinho pré-vestibular para ser aprovado na primeira tentativa para uma das melhores universidades do Brasil.

Após entrar na universidade achando que seria parecido com o nível de dificuldade que eu tinha no colégio, tive grandes surpresas. O curso de engenharia na UFRJ é muito muito rigoroso e exigente academicamente. Os alunos precisam se dedicar plenamente ao curso para obter bons resultados, e isto acaba elevando bastante o nível dos alunos. Tenho enorme satisfação atualmente por ter sido submetido a este grau de exigência, pois vejo o quanto isto colaborou com a minha formação.

Em comum no Colégio Militar e na UFRJ está o fato de em ambos eu ter sido muito mais estimulado a pensar e aprender de fato do que memorizar. Isto de forma alguma prejudicou meus resultados no vestibular, como mencionei. Sendo assim, deixo aqui a crítica a estes métodos agressivos de memorização que são utilizados em larga escala no Brasil. Ensinem os alunos a pensar, ou ficaremos cada vez mais para trás dos outros países em termos de educação. E não precisamos pensar muito para ver aonde uma péssima educação pode nos levar.

Um conceito que eu criei comigo mesmo no começo da faculdade e sobre o qual eu pensava bastante é o de “ferramentas de raciocínio”. Hoje em dia eu não utilizo boa parte dos conceitos de matemática, ciências, história e geografia que eu aprendi durante a minha educação. Nunca precisei fazer cálculos trigonométricos e nem calcular nenhuma integral de superfície trabalhando com software. Entretanto, tenho total convicção de que isto ajudou e muito a desenvolver meu raciocínio e fundamentou uma base de conhecimentos sobre a qual eu acrescentei tudo que vim a aprender posteriormente.

Uma diferença crucial entre memorizar e aprender de fato é que aprendendo você pode adquirir novas ferramentas de raciocínio. Quando você aprende realmente bem alguma coisa, você vai além do ponto de saber responder a perguntas simples sobre o assunto. Você chega ao ponto de conseguir pensar a partir do que aprendeu.

Um médico durante sua formação aprende inúmeras coisas, e certamente no ciclo básico de Medicina ele aprende diversos conceitos novos que serão fundamentais para um aprendizado posterior. Ele ganha ferramentas de raciocínio de anatomia, bioquímica, fisiologia, imunologia e muitas outras coisas. Após adquirir estas ferramentas de raciocínio e com o acúmulo de experiência, ele será capaz de analisar uma determinada patologia e com o uso de suas ferramentas de raciocínio, diagnosticar um problema que o paciente tem. Veja bem, ele não está lembrando que um paciente com aqueles sintomas tem tal doença. Embora a lembrança de casos passados possa ajudar muito em novos diagnósticos, os bons médicos irão avaliar cuidadosamente cada caso, e então raciocinar para diagnosticar cada caso novo que se apresenta.

Para consertar a nossa educação, precisamos urgentemente modificar o formato de nosso ensino. Em vez de ensinar a memorizar, ensinar a pensar, raciocinar. Em vez de oferecer dados e fatos para serem catalogados, oferecer ferramentas de raciocínio. Não sou expert em educação para saber como fazer isto em larga escala no Brasil, mas posso dizer que a minha educação me ofereceu isto, e tentarei oferecer o mesmo aos meus filhos quando os tiver. Podem nos tirar qualquer coisa material, mas nunca podem tirar de nós a capacidade de pensar!

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Grow as needed + YAGNI

dezembro 25, 2007

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No meu tempo de experiência com Java EE já pude aprender e constatar bastante coisa. Um fenômeno que se repete com freqüência é a escolha de servidores e componentes que contêm muito mais do que se necessita para a resolução de um problema específico.Um exemplo claro disso é em aplicações que não precisariam de absolutamente nada que o Tomcat não ofereça, mas a escolha padrão acaba sendo um servidor de aplicações “mais parrudo”, como JBoss, WebSphere ou Weblogic. O curioso é que estes últimos servidores de aplicação suportam uma quantidade bem mais ampla de especificações e oferecem bem mais recursos, mas o que eles realmente oferecem de diferencial não é o que está nas especificações, na maioria dos casos.

Muitas vezes o diferencial destes produtos está em funcionalidades nos quais eles excedem as especificações e oferecem facilidades que não são obrigatórias. O fato de oferecer estas funcionalidades extras é muito bom, pois isto traz mais qualidade aos clientes, e isto possivelmente melhora os processos internos do cliente. Apesar disso, é comum vermos escolhas de tecnologia serem feitas porque a opção A oferece muito mais recursos do que a opção B, sendo que na prática as opções oferecidas pela opção B serão plenamente suficientes para atender a todos os “problemas reais” que virão a surgir. Isto quer dizer que é comum a opção A ser escolhida em vez de B sem que se saiba quais recursos de A serão úteis de verdade, mas pela percepção que “A oferece mais do que B”.

Talvez a justificativa para este comportamento seja escolher uma opção que “possua todos os recursos que necessitaremos”. Consigo entender isso. Porém, isto traz o caso comum de usar uma bazuca para matar uma mosca. Sim, com a poluição e evolução das espécies, podemos no futuro encontrar super moscas mutantes do tamanho de um helicóptero, e neste caso espero que você esteja com sua poderosa bazuca para matar essa mosca monstruosa! 🙂

Entretanto, para as moscas que eu costumo encontrar, um mata-moscas de plástico resolve o problema. Além disso, eu sei usar bem um mata-moscas de plástico, e foi bem mais fácil de aprender a usá-lo do que aprender a usar uma bazuca. Por oferecer bem menos e ser bem mais simples, o modo de operação do mata-moscas de plástico é algo que uma criança consegue aprender. Já para utilizar a poderosa bazuca matadora de moscas mutantes, é bom ler direitinho os manuais de utilização e se possível fazer o curso prático para fixar bem os conceitos. Afinal de contas você não quer correr o risco de se deparar com uma mosca mutante e não saber usar a bazuca né?

Da mesma forma que as moscas, as aplicações corporativas possuem este tipo de fenômeno. Antes de conhecer as necessidades reais da aplicação, já se definiu o uso do Weblogic com Oracle e possivelmente a configuração de um cluster de alta disponibilidade. Talvez fosse uma aplicação pequena ou média que o Tomcat + Derby ou Postgres ou Mysql pudesse dar conta sem problemas.

Eu venho estudando muito sobre web services nos últimos meses. Também nesta área isto ocorre bastante. Sem conhecer bem as necessidades que se quer resolver, já foi escolhida a pilha de componentes que “oferece tudo de web services”.

Este fenômeno é global, ocorre no mundo todo. Opiniões interessantes sobre isso foram dadas por Bill de hÓra e Rod Johnson. Uma abordagem que pode ser tomada é tomar as decisões de tecnologia baseando-se nos requisitos já inicialmente definidos. Pegar os requisitos funcionais e não-funcionais iniciais da aplicação e então decidir as tecnologias a se utilizar parece uma boa escolha. Desta forma, você possivelmente fará boas escolhas sem trazer desde o começo uma complexidade e custo que possivelmente nunca seriam necessários.

Claro, existem casos em que realmente se utilizará extensamente os recursos avançados do Weblogic e do Oracle, e eles são de fato necessários. Da mesma forma, podem existir web services com altos requisitos de segurança e confiabilidade que te façam depender de recursos do stack WS-*. Se este for o caso, escolha mesmo as opções com mais recursos e utilize tudo que precisar para atender aos requisitos críticos que lhe forem apresentados. Porém, saiba que estes casos são a minoria dentre as aplicações corporativas existentes mundialmente.

Se o seu problema for algo mais comum, escolha produtos e componentes que resolvam bem os problemas apresentados, e se algum dia eles deixarem de atender às necessidades, pondere novamente as suas escolhas. Isto sugere o “Grow as needed” do título. Cresça a sua estrutura conforme necessário, não compre inicialmente uma bazuca se ainda não existem moscas mutantes. E se os seus problemas não mostram claramente a necessidade da bazuca, aí provavelmente surge a sigla do título: YAGNI (You aren’t gonna need it)!

Antes de escolher as opções “mais ricas e robustas” disponíveis, estude se opções mais simples são capazes de resolver os seus problemas, pois se isto for o caso, você provavelmente terá uma configuração mais simples e mais barata e cheia de pessoas capazes de manipulá-la. Isto é melhor do que depender vitalmente de algum fornecedor e precisar contratar o super especialista que é um dos poucos no mundo capazes de resolver seus pepinos.

E claro, se suas decisões puderem ser de componentes open source, você não pagará nada de licença de software e terá uma grande variedade de profissionais disponíveis para te oferecer serviços 🙂


Allen Iverson – The Power of “The Answer”

dezembro 19, 2007

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Algumas pessoas que me conhecem sabem que gosto MUITO da NBA. Acompanho a NBA e especificamente o Chicago Bulls desde que vi na TV os jogos das finais do 1o título deles em 1991, contra os Lakers e virei fã do Michael Jordan e Scottie Pippen.Esta temporada o Chicago começou meio devagar, e então eu não estava tão empolgado como no ano passado. Mas vendo uns vídeos aqui, me revigorou a vontade de acompanhar e ver os jogos. Especificamente, vi um vídeo sensacional do Allen Iverson, conhecido como “The Answer”. Embora o Michael Jordan seja o maior jogador de todos os tempos e o que eu me gostava de ver no basquete, o AI também tem um repertório impressionante.

Allen Iverson foi a 1a escolha do draft e o calouro do ano de 96. Neste vídeo que estou lhes indicando, ele fala umas coisas no mesmo contexto do meu post anterior. Ele diz: “Eu não quero ser Jordan, não quero ser Magic, não quero ser Bird. Quando minha carreira acabar, quero olhar no espelho e dizer: fiz as coisas do meu jeito”. E logo depois ele diz: “Alguns caras fogem do desafio, eu vou lá e encaro!”. Inspirador, não é?? De certa forma dá para ver essa mentalidade com alguma semelhança com o que coloquei no meu post anterior. I wanna rise up to the challenge!

Bom, chega de papo, recomendo a todos que assistam a esse vídeo e apreciem o melhor crossover da história da NBA, um dos maiores talentos a jogar basquete até hoje e um dos jogadores mais carismáticos da liga. Com direito a um crossover lindo em cima do MJ no ano de calouro do AI, quer mais??


The Power of One

dezembro 18, 2007

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O título deste post é o nome de uma música do Sonata Arctica, uma das minhas bandas de metal preferidas. Entretanto, não é sobre música que vou falar agora.Este título significa também o poder de um indivíduo. Sendo um engenheiro eletrônico e de computação, e atualmente um profissional de software, eu já estudei e me deparei com diversas obras científicas fabulosas. Ao estudar química pude me fascinar com o legado de Rutherford e Bohr. Ao estudar física clássica, impossível não se impressionar com o trabalho de Isaac Newton. E claro, ao falar de Newton, precisamos falar de seu predecessor, Galileu Galilei. Nas matérias do ciclo básico de engenharia, um desenvolvimento matemático incrível por James Maxwell. Neste mesmo contexto, o trabalho de Lorentz se somou ao de Maxwell na preparação dos fundamentos teóricos e dos questionamentos que seriam respondidos por Einstein durante a sua absolutamente brilhante carreira. Bom lembrar, Einstein fez boa parte de suas formulações mais importantes como “experiências de pensamento”. Ele chegou a conclusões impressionantes e altamente revolucionárias em sua época fazendo experiências de pensamento. Claro, depois isto foi ter comprovação experimental, caso contrário ele não teria se tornado o mito que se tornou.

Pois bem, Einstein no ano de 1905 publicou 4 obras de suma importância na história da ciência. Talvez as 2 mais relevantes sejam a do efeito foto-elétrico e a lei da relatividade especial. Não vou entrar em maiores detalhes sobre nenhuma das 2, mas eu até lembro-me razoavelmente bem disso, pois essa era uma das cadeiras mais difíceis do curso. Em 1905 Einstein fez 26 anos. Dia 30 de outubro de 2007 eu completei 26 anos. Claro, não vou cair na asneira de querer comparar nada do que eu faço com a obra dele, senão eu não chegaria a conclusões muito boas a meu respeito 🙂 Porém, uma coisa é importante de se pensar. Aos 26 anos este sujeito publicou 4 obras das mais relevantes na história da física. E nesta época ele ainda era um belo ninguém. Estava longe do prestígio que viria alcançar posteriormente.

Da mesma forma que na área da engenharia e outras ciências exatas, a história da computação também teve já seus fenômenos. Peguemos a obra de Linus Torvalds. Criou em seu tempo vago o que hoje é o Linux que muita gente já conhece. No começo da história do Linux um camarada chamado Alan Cox implementou boa parte da camada de rede do sistema operacional. É simplesmente chocante constatar a produção destes 2. Passemos ao Roy Fielding. O cara foi o principal líder da especificação do HTTP,propôs em sua tese de doutorado o Representational State Transfer (REST, estilo de arquitetura de web services) e foi um dos fundadores da Apache Software Foundation. Shawn Fanning, um moleque de 19 anos criou o Napster no começo de seu curso de computação. Erich Gamma e Kent Beck produziram o Eclipse e são verdadeiros mitos em desenvolvimento de software. Não é possível listar todos os exemplos, pois são inúmeros.

Em comum dentre todos estes exemplos citados está a diferença que um indivíduo fez. Um indivíduo que poderia ter se recolhido à sua insignificância e ter tido uma carreira de sucesso mas sem brilho. Entretanto, estas pessoas citadas tiveram iniciativa e acreditaram no seu poder de causar impacto, realizar mudanças e estabelecer uma obra.

Isto é algo que me fascina, e que me faz refletir com freqüência. Ok, eu posso estar longe da capacidade intelectual dessa turma. Estamos falando de verdadeiros gênios. Porém, será que eu não sou capaz de deixar uma obra também, um legado interessante? Este questionamento incendeia a minha mente. Vendo a beleza e perfeição de algumas obras como estas, me contentarei em apenas fazer o que qualquer outro poderia fazer?? Não! Posso não conseguir chegar a lugar algum de destaque, mas o que há de inquietação científica e de paixão por software aqui dentro de mim não me deixará jamais me contentar em fazer feijão com arroz e me limitar a o que não pode deixar a minha marca registrada.

Hei de tentar! Hei de lutar bravamente e perseguir o que a minha inquietação me mandar buscar! Um fator importantíssimo é acreditar que cada um de nós, um indivíduo sozinho, tem poder de mudar muito. Tem poder de revolucionar. Basta não se calar e tentar com seu melhor esforço! De uns tempos para cá, venho acreditando cada vez mais no poder que temos individualmente, e sabendo disso, não ficarei satisfeito em pensar que não saí do lugar-comum, que não fiz nada que deixasse a minha marca pessoal.

Eu tentarei com todas as minhas forças responder aos meus questionamentos interiores e alcançar um patamar do qual eu venha a me orgulhar no final da minha estrada! Não tenho absolutamente nada contra chefs de feijão com arroz. Respeito muito as individualidades e crenças de cada um, afinal a busca pela felicidade tem um caminho específico para cada indivíduo. Entretanto, a minha história terá que ser traçada com desafios intelectuais e atividades que fascinem a minha mente. Não consigo me deparar com tantos tópicos estimulantes e deixá-los passar. Eu quero participar, viver desafios e conquistar vitórias e aprender com fracassos, mas sempre ciente de que participei com o melhor que tenho!

That’s the fuel that feeds the fire inside me. What’s the fuel burning inside thee? Is it burning at all?? Don’t let your fire fade away!


TV de qualidade: Mussum

dezembro 14, 2007

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Mais um vídeo excelente, do inesquecível Mussum. Isso sim era TV de qualidade. De agora em diante não tomo mais chopp, só “ampola de diurético” ou “suco de cevadis”! Hehehehehe muito bom!


Direto da sessão da tarde: Bud Spencer, o rei do Pedala

dezembro 13, 2007

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Numa feliz coincidência eu estava vendo uns vídeos no You Tube e me deparei com esse clássico da “Sessão da Tarde”, da época em que eu era moleque e a melhor coisa pra se ver na TV era Trapalhões e Chaves/Chapolin! :)Bud Spencer era presença certa na sessão da tarde em todas as minhas férias do colégio, e pra matar as saudades, segue aqui uma sessão memorável de lamparinas, telefones, ou o moderno “Pedala!” 🙂


Lançado segundo Release Candidate do KDE 4

dezembro 11, 2007

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Hoje foi lançado o segundo e último release candidate do KDE 4. Estou aguardando ansiosamente o lançamento da versão final do mesmo, e acredito que teremos um grande ganho de qualidade no desktop Linux.Depois da decepção que foi para mim o lançamento do Windows Vista, espero e estou certo de que com a nova versão do KDE isto não acontecerá. Eu sempre achei o KDE melhor que o Gnome, e me parece que com o lançamento desta nova versão a diferença irá aumentar. Além disso, como muita gente tem se decepcionado com o Vista como eu e prefere usar o Windows XP, o KDE 4 pode trazer ainda mais competitividade ao Linux na briga pela conquista dos desktops.

Como uso o Kubuntu, provavelmente passarei a usar o KDE 4 na próxima release da distribuição (8.04) , a ser lançada em abril do ano que vem. Maiores detalhes sobre o lançamento do KDE 4 RC2 podem ser vistos aqui.