Fotografia de um EJB 2.1

maio 29, 2008

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Fotógrafos muito talentosos conseguiram capturar uma imagem de um EJB 2.1:

EJB Stateful

O anúncio dessa fotografia foi feito no G1 e lá podemos ter maiores detalhes sobre esse EJB. Pela imagem, não restam dúvidas de que ele é bem Stateful.

No G1 o pessoal usou uma nomenclatura para leigos, e então chamaram esse EJB pelo seu nome fictício, de Rinoceronte Javanês.

As pessoas costumam fazer comentários maldosos sobre os EJBs, dizendo que eles são pesadões e com pouca agilidade. Este espécime nos comprova que isso não passa de intriga da oposição.

Infelizmente fui saber que os simpáticos Rinocerontes Javaneses estão em extinção, restando poucos exemplares no mundo. Talvez possamos contribuir com melhores condições de sobrevivência para os bichinhos, e darmos a eles mais alguns gigas de memória, a comidinha preferida deles. Não deixe esta espécie ser extinta, vida longa aos RInocerontes Javaneses!


Netbeans growing stronger

maio 12, 2008

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During several years I’ve been a pretty happy Eclipse user, rarely feeling the need to use anything else. We know there are plugins for many many things, and a lot of development tools are Eclipse-based right now. The editor is awesome, and so are the refactoring tools. The support for web app development is also very nice. Eclipse supports a wide set of frameworks and technologies, and it’s not only aimed at Java development.

Why would someone even look at anything else, having such a great tool? Well, it turns out that our field is evolving really fast, and it’s very hard to follow this current pace, even for the most dedicated and passionate ones. Currently there are several technologies evolving very fast, and they are meaningful to a lot of enterprise developers. The rise of the JVM’s dynamic languages is crystal clear. Strong is also the growth of RESTFul web services. I’m personally very interested in both fields.

I’m currently using REST (lately with Jersey) for a lot of integrations between applications. The power it gives me is really nice, and I’m improving my developments each new month. I have also studied Groovy/Grails recently and really liked it. I wanna try JRuby on Rails sometime in the next weeks, to see what it offers and check how it compares to Grails. If you’re a Java enterprise developer, I’m sure you’re following the growth of these nitty things.

But where does Netbeans enter this talk? Well, Netbeans is doing a great job supporting these new technologies, and it’s way ahead of Eclipse in this field right now. Have you seen how easily you can develop RESTFul web services with Netbeans 6.1? Jersey support is great, very productive. The support for JRuby on Rails and Grails is also present, in a much more advanced state than Eclipse’s. Netbeans is doing a much better job than Eclipse regarding Web Services and JVM languages right now.

Swing development in Netbeans is very nice since version 5.0 (with the release of Matisse), and developing for mobile devices is also easier in Netbeans. Currently I don’t develop swing nor mobile applications, so this doesn’t really affect me.

However, I develop many RESTFul web services. And I wanna use more and more the JVM’s dynamic languages. Ignoring Netbeans is not a clever idea right now.

I still find Eclipse’s interface and editor much better than Netbeans’s. I also know a lot of Eclipse’s shortcuts and know very few in Netbeans. SWT is also faster than Swing, so Eclipse is faster than Netbeans. But considering what I said, I’m leaning towards the use of both IDEs at the same time. Since our machines are now much better equipped with RAM, I can have them open at the same time and also a couple of servers, with no memory shortage.

My Eclipse days are definitely not over, but now he’s gonna divide my attention with Netbeans 🙂 I hope I can become as productive with Netbeans as I am with Eclipse, even if it takes a few weeks. My first wish would be the Eclipse’s Quick Fix (Ctrl + 1) avaiable in Netbeans. Even without it, I’m sure my usage of Netbeans will certainly grow, and think this competition between the IDEs is very good for us. Let Eclipse Ganymede come!


Grails – ótima ferramenta para alguns projetos

abril 19, 2008

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Toda semana eu e o Silvano discutimos vários aspectos das nossas aplicações. Como melhorar algumas delas, novos componentes que podem trazer ganhos interessantes, mudanças de arquitetura, etc. Os principais objetivos são: trazer mais qualidade para os projetos e produtividade para a equipe.

Alguns meses atrás estávamos falando com freqüência sobre frameworks web. A maioria das aplicações na Globo ainda usa Struts 1.x. O Struts 1 foi por muitos anos o framework web padrão Java. Ele trouxe muitos ganhos interessantes, comparando com o desenvolvimento usando apenas Servlets + JSP.

Um ponto “fraco” do Struts 1 é que ele não tem nenhum suporte a componentes visuais. Toda a parte visual das aplicações fica por conta dos desenvolvedores, assim como os recursos “Web 2.0”. O problema é que desenvolver esta parte visual de forma customizada em todos os projetos é muito trabalhosa, não é produtiva. Com isso surgiram inúmeros frameworks mais modernos, com suporte visual muito mais rico, trazendo boa produtividade neste aspecto.

O fato é que com esta enorme gama de opções, não temos mais um framework que se destaque de forma absoluta sobre os outros. Temos várias opções para cada projeto. Entretanto, não dá para querer abraçar o mundo, então é comum que busquemos 1 ou 2 opções que nos atendam em quase todos os casos.

Na nossa equipe nós já temos uma aplicação com JSF, que na verdade foi concebida ano passado, antes da minha mudança de equipe. Eu estou usando o Wicket em um projeto pessoal e ainda estou aprendendo o framework, ainda não o domino a ponto de usá-lo de forma produtiva. Com alguma freqüência nós discutimos sobre estes 2 frameworks, e eu ainda tenho a opinião que descrevi anteriormente.

Neste escopo das discussões sobre JSF vs Wicket, também falamos algumas vezes sobre Rails e Grails. Algumas semanas atrás eu e o Silvano começamos a estudar Grails, e fizemos pequenas aplicações de exemplo. Eu já li inteiro este livro de Grails disponível no InfoQ. Ele estava aqui na minha lista de “Livros que quero ler quando tiver tempo”, mas já o movi para a lista de livros que li 🙂

Eu estou gostando bastante do Grails, pois ele é extremamente produtivo para aplicações nas quais eu acho que ele faz sentido. Você consegue em 2 dias desenvolver aplicações que provavelmente você demoraria 1 semana ou mais com frameworks Java tradicionais. Eu ainda não o utilizei o suficiente para saber os limites de uso do mesmo. Provavelmente para projetos com requisitos mais críticos de carga e customização das interfaces, ele já não será uma opção tão boa assim. Entretanto, em aplicações internas, com carga limitada e sem grandes necessidades de customização visual, ele é perfeito.

O próximo passo para mim é tentar utilizá-lo em casos mais complexos. Estou pensando seriamente em utilizá-lo no @dvogado.com, um software para advogados que eu desenvolvo no meu tempo vago, mas que está congelado há alguns meses por falta de tempo. Quando eu conseguir um pouco mais de tempo vou tentar implementá-lo com o Grails, e acho que consigo fazer isso bem rapidamente. O Grails atenderia bem à minha proposta de distribuir um pacote completo com tudo que o usuário precisa, tornando o deployment o mais simples possível. Com o Grails eu utilizaria o Jetty + HSQL que ele traz por padrão, e precisaria adicionar apenas o JDK no pacote.

Uma discussão muito interessante também é a de Grails vs Ruby on Rails, mas isso fica para um outro post em breve 🙂


Java Magazine 56

abril 7, 2008

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Java Magazine 56 Nos próximos dias chega às bancas a edição 56 da Java Magazine. Nesta edição saem 2 artigos meus sobre Web Services REST. Como vocês podem ver pela imagem, desta vez os editores me deram a honra de ser a capa da edição 🙂

Outra honra que tive no artigo maior foi a de contar com a excelente colaboração do Alexandre Bairos. Durante nossos trabalhos em cima deste artigo pudemos discutir com todos os detalhes as várias nuances dos serviços REST, com os quais já estamos trabalhando há alguns meses e estudamos já há um bom tempo.

O artigo maior é uma continuação dos artigos das edições 54 e 55. A proposta dele é pegar o exemplo dos serviços de leilão da edição 55 e implementar uma solução utilizando serviços REST.

A abordagem deste artigo foi implementar os serviços REST de forma que ficassem nítidos os principais aspectos do desenvolvimento desta linha de serviços. Tomamos a decisão de não incluir componentes sofisticados que pudessem tirar o foco do cerne do problema. Com isto, não incluímos componentes como o Jersey e o Apache Abdera, que por sua vez devem ter artigos na revista este ano.

O artigo pequeno é no formato “Quick Update” da revista. Nele eu falo sobre os principais projetos relacionados aos serviços REST e os principais acontecimentos nestes projetos. Esta linha de web services vem evoluindo bastante, e por trás disso estão muitos projetos interessantes.

Na minha humilde opinião o artigo maior desta edição é certamente o melhor dos artigos que já escrevi para a revista e acredito que ele pode contribuir como um bom ponto de partida no assunto. Este assunto é talvez o que mais me interessa atualmente, então caso vocês tenham opiniões, comentários ou críticas a fazer, estou aqui para trocar idéias 🙂


InfoQ x TheServerSide

março 31, 2008

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Alguns anos atrás o TheServerSide era o meu site de tecnologia (e Java) preferido em geral. Muitas discussões interessantes rolavam por lá, tinha os Tech Talks, os simpósios, artigos, etc. Era muito bom para acompanhar o que estava acontecendo de importante na nossa área.

De uns tempos para cá, a qualidade do site despencou, e agora praticamente só noticiam coisas do tipo “XYZ was released”. Onde XYZ podia ser qualquer coisa. Framework, servidor de aplicações, biblioteca, livro, qualquer coisa. Muito raramente eu vejo alguma coisa que me motive a ler mais do que o título.

Já o InfoQ traz diariamente várias coisas pelas quais me interesso. Tem tanto conteúdo de qualidade que eu não consigo acompanhar a velocidade de divulgação das coisas. E isso é ótimo, pois sempre sei que encontrarei coisas boas para ler por lá. Uma coisa que eu gosto no InfoQ é que nele eu vejo muita coisa boa além de Java. Conteúdo sobre metodologias de desenvolvimento, outras linguagens, outras plataformas. Novidades que podem me agregar bastante coisa. Quase todas as vezes que sai alguma notícia “XYZ was released” no TheServerSide eu não ligo a mínima pro que tá sendo lançado. E se é algo que me interessa, eu rapidamente viria a saber do lançamento em algum outro lugar.

Uma coisa que o InfoQ e o TheServerSide têm em comum é que ambos foram fundados pelo Floyd Marinescu. O TheServerSide foi fundado no final de 99, e o InfoQ no começo de 2006. Floyd Marinescu deixou o TSS em agosto de 2005, então muito provavelmente sua saída teve significativo impacto na qualidade do site. Atualmente o TSS é o 4o site da minha lista de preferências, atrás do InfoQ, Artima e DeveloperWorks. Mas do jeito que a coisa está indo não sei se ele vai conseguir sobreviver por muito tempo.

Especialmente depois que eu comecei a escrever artigos pra Java Magazine, eu passei a reparar bastante nas formas de exposição de conteúdo técnico. Conseguir cativar um público de alto nível é muito difícil. Desenvolvedores, arquitetos e gerentes de software não têm muito tempo para desperdiçar, pois a quantidade de coisas a estudar é enorme. Para conseguir que um público assim leia o que você se propõe a escrever, você precisa escrever de forma precisa, mas também estimulante. Se você simplesmente jogar informações nos leitores, não vai conquistar o apreço deles e eles não continuarão acompanhando as suas publicações.

Uma coisa que eu tento fazer nos meus artigos é sempre mostrar a motivação por trás do que estou falando. Especialmente se for um tema polêmico ou controverso, é fundamental estimular a discussão das pessoas. Ninguém gosta de ouvir a “Voz do Brasil”, mas conheço muitas pessoas que gostam de ouvir a Band News, com a apresentação do Ricardo Boechat (eu sou uma dessas pessoas). Talvez as notícias presentes nos 2 programas sejam as mesmas. Entretanto, eu sempre me interesso pelas opiniões do Boechat, e eu nunca ouvi coisa mais enfadonha que a Voz do Brasil.

Comecei falando do InfoQ e terminarei falando sobre o mesmo. Este site é um belo exemplo de conteúdo técnico de qualidade, com temas que realmente atraem os leitores mais exigentes. O Floyd Marinescu parece uma excelente referência de como oferecer conteúdo para a nossa área.

Aos poucos venho começando a escrever meus artigos e também aqui no blog, e meu objetivo será sempre a linha do InfoQ. Conteúdo de qualidade com inteligência por trás. Quero escrever coisas que eu gostaria de ler se fosse outra pessoa escrevendo. Escrever bem é muito mais do que escrever corretamente. Espero conseguir atingir estes objetivos, e se possível ajudar a Java Magazine a ganhar cada vez mais qualidade. E é claro que sempre vou receber muito bem as críticas e opiniões de quem quiser colaborar nesta empreitada 😉


IBM investe US$ 10 mi no Postgresql. Mais consolidações à vista?

março 27, 2008

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Essa semana fiquei sabendo pelo blog do Savio Rodrigues que a IBM investiu US$ 10 milhões no EnterpriseDB, uma derivação comercial do Postgresql, mas cujos desenvolvedores atuam no desenvolvimento do produto open source também.

Com isso, até o momento o EnterpriseDB já recebeu no total US$ 37,5 mi, o que é bem próximo dos US$ 39 mi que o MySql havia recebido antes de ser comprado pela Sun. Torço para que isso ajude bastante no desenvolvimento do banco de dados e que eles consigam trazer ainda mais qualidade aos seus produtos. O Postgresql é um banco open source muito maduro e confiável já há muitos anos e o EnterpriseDB adiciona recursos interessantes para grandes empresas. Entre as principais forças do EnterpriseDB está a sua garantia de compatibilidade com código feito para o Oracle. Eles garantem por contrato que a sintaxe SQL, tipos de dados, packages, stored procedures, trigger e views desenvolvidas para o Oracle irão funcionar conforme esperado no EnterpriseDB. Isto sem dúvida é um facilitador para empresas que possuam grandes bases Oracle e queiram progressivamente migrar seus bancos de dados.

Eu usei pela primeira vez o Postgresql no começo de 2003, e sempre o considerei melhor que o Mysql. A principal razão pela qual o Postgres perdeu espaço para o MySql foi o fato de que o Postgres não tinha um instalador nativo para Windows antes da versão 8.0, que saiu em janeiro de 2005. O MySql tinha muito menos funcionalidades e confiabilidade, mas como era fácil utilizá-lo no Windows, sua adoção aumentou rapidamente.

Eu ainda considero o Postgres melhor do que o MySql e ele é o meu banco de dados preferido quando eu tenho a liberdade de escolher. Espero que eles continuem desenvolvendo bastante o produto e recebam mais investimentos. Eles merecem um ótimo lugar no mercado de bancos de dados, e torço para que eles consigam tanto ou mais sucesso que o MySql.

Aproveitando esta discussão, algo que me veio à cabeça diz respeito à consolidação das pilhas de produtos no mercado. Será que faria sentido que a Red Hat comprasse o EnterpriseDB e a Oracle comprasse uma distribuição Linux?

A Sun atualmente possui a pilha completa, indo do sistema operacional até o middleware Java, e inclui um banco de dados (MySql). A IBM não vende mais sistemas operacionais próprios (até onde sei), mas suporta bastante o Linux e tem seu banco de dados e o middleware Java EE.

A Oracle tem tudo menos o sistema operacional, especialmente depois da compra da BEA. A Red Hat tem tudo menos o banco de dados. Ambas fizeram compras significativas no passado. Será que veremos as 2 empresas completando sua pilha de produtos em breve?

Isto é algo que eu gostaria de saber, e seria bem interessante ver como o mercado se comportaria depois de tais movimentos.


mod_rewrite

março 11, 2008

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Hoje assisti a um Tech Talk bem interessante na Globo, sobre mod_rewrite. Além de funcionalidades interessantes deste módulo do Apache, as discussões na apresentação me trouxeram vários questionamentos de como incluir de forma mais ativa o Apache em uma arquitetura RESTFul.

Eu já utilizei bastante o Apache na remota época em que eu desenvolvia algumas coisas em Php. Na verdade não fazia nada de muito sofisticado, mas tinha boa familiaridade com os módulos, com a configuração, essas coisas. Depois que foquei mais no uso de servidores de aplicação Java, deixei o Apache em segundo plano. Praticamente só vinha usando o Apache para servir conteúdo estático, e claro, nele também ficam configurados os conectores para comunicação com os servidores de aplicação.

Como tenho trabalhado bastante com web services REST, venho tentando explorar ao máximo os recursos do HTTP para elaborar protocolos de comunicação concisos e intuitivos. Neste sentido, o Apache oferece recursos muito interessantes. Por exemplo, quando utilizamos URIs no formato /usuario/123456/item/25 para representar um determinado item de um determinado usuário, a resposta a esta requisição é cacheável pelo Apache. Entretanto, ao utilizar URIs neste formato você precisa definir uma forma de fazer o parsing da URI para pegar os parâmetros relevantes.

No meu artigo de REST da Java Magazine de Abril eu usei o StringTokenizer do JDK para fazer a quebra da URI e pegar os valores que me interessavam. A JSR-311 define uma forma bem interessante de fazer isso com annotations também. E hoje fui descobrir que o mod_rewrite também pode fazer facilmente a quebra de URIs neste formato em URIs com parâmetros em query string por exemplo.

Uma utilização inteligente do cache do servidor web e de módulos de proxy também pode tornar a arquitetura da aplicação bem eficiente e reduzir bastante a carga sobre os servidores de aplicação. Se eu posso utilizar diretamente o cache do Apache para várias URIs, não vale a pena deixar as requisições chegarem ao container de servlets, mesmo que ele responda também com dados em cache.

Vendo o poder e a facilidade de uso de alguns módulos do Apache, me sinto obrigado a ter total familiaridade com ele novamente. Aos poucos irei estudando e integrando os módulos do Apache à arquitetura das minhas aplicações REST, pois isto pode trazer um belo ganho de performance e escalabilidade. Afinal de contas, quem quer explorar a fundo os recursos do HTTP não pode abrir mão de explorar a fundo um servidor tão confiável e maduro como o Apache, não é mesmo?

OBS: uns anos atrás eu dizia pra mim mesmo que o dia que eu conhecesse pelo menos vagamente metade dos projetos na home da Apache Software Foundation eu já teria uma boa bagagem. Hoje em dia já conheço mais da metade do projetos da home, e admiro cada vez mais esta fundação. O mundo open source não chegaria aos pés do que é hoje sem a existência da ASF. Um belo exemplo de qualidade em software!