Google Data API

fevereiro 21, 2008

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I’m currently using Google Data API at work. This API offers RESTful interfaces for several Google services, such as Calendar, Picasa, You Tube, Blogger, Google Documents, among others. There are also client libraries for Java, C# and Python, but these are actually tools to facilitate, rather than new interfaces. All client libraries access the RESTful interfaces, so by all acounts the API is RESTful.

What I’d like to comment is how easy it was for me the to get up to speed with the API. There are several pages explaining the API’s features, the URIs, their use of HTTP method, return types, etc. Their design is pretty much compliant to all REST best practices (although they do use some query string parameters ocasionally). Being very familiar with this kind of web services, most of what I did was looking and saying: “Ok , this is how i expected it to be”. And after less than one hour I was ready to begin using the API properly.

Worth noting is that there were no “Interface Document” to look at. Not anything similar to WSDL or any other IDL. What was there was just a simple and RESTful API that was pretty easy to use after you knew what the resources were and which operations they support. Several pages describing their protocol and the XML entities they use were enough for me to know how I was supposed to integrate with a reasonable amount of their services.

I don’t even want of to think of how would it be if they had WS-*. Just to read the WSDL documents would take me more time than to read all their RESTful documentation. There would be a lot of operations and messages described in their WSDLs, and it’d be a massive reading to get the grasp of the API.

Fortunately Google (the most powerful web company) is embracing a RESTful design and it should probably take many other companies with it. They’re also supporting the use of Atom and Atom Publishing Protocol, so many nice things should keep coming. Apache Abdera is already integrating Google Feed Server code, and hopefully we’ll be able to use Abdera for most of Google’s services.

Very very nice! By the way, I took a good look in the source code of Google Data API and it’s very well implemented. They have a very interesting approach to manipulate feeds and entries. It makes it very easy to model a lot of stuff using just feeds and entries. It was an inspiring code inspection and I’m thankful Google also embraces open source 🙂 These guys are good!

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Search engine optimization (SEO) – WordPress

janeiro 10, 2008

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Hoje fui a um evento muito legal da Globo.com, onde foram discutidas várias questões da forma de interação dos usuários com os sites, como as coisas estão ficando radicalmente diferentes comparando com alguns anos atrás, etc.Um dos aspectos mais interessantes é a da busca pelo conteúdo. Como foi falado no evento, antigamente a gente conhecia alguns sites específicos e os acessava diretamente para saber de novidades. Grandes sites publicavam conteúdo e as pessoas o acessavam, mas era tudo muito em uma única direção. Os sites possuíam pessoas responsáveis pela geração e publicação do conteúdo e os leitores interessados navegavam pelo site para saber das notícias e a interação praticamente não existia.

Antigamente a separação de conteúdos de diferentes áreas era feito nos sites pela taxonomia de diretórios. Por exemplo, para saber de novidades de economia, as pessoas acessavam http://www.dominiosite.com.br/economia e ali encontravam a maior parte das informações que lhe seriam relevantes. Atualmente, o papel dos usuários, da mídia informal como um todo cresceu muito. A divulgação da opinião de pessoas comuns e a geração de conteúdo por parte das mesmas ganhou uma relevância bem maior.

À medida que a interação foi aumentando e a quantidade de informação disponível cresceu exponencialmente, o modelo de publicação e busca de informações original ficou ultrapassado. Aumentou a categorização, a necessidades de filtrar o conteúdo que é realmente relevante. Formas de distribuição como RSS ficam cada vez mais necessárias, e um conceito que passou a ser bastante usado é o de tags que ajudam a definir que tipo de conteúdo está presente em cada publicação. Esta idéia é muito bem aplicada por ferramentas como o del.icio.us e o WordPress por exemplo. Estas ferramentas sabem como utilizar as tags para conseguir uma indexação eficiente em engines de busca e isso ajuda as pessoas a encontrar conteúdos que lhe são realmente relevantes.

No del.icio.us por exemplo você consegue ver os links que outras pessoas salvaram e ver quais são os links guardados em cada tag. Isto ajuda demais a descobrir coisas legais que pessoas com interesses semelhantes andaram lendo. Quando eu comecei a usar o del.icio.us, encontrei inúmeros bookmarks valiosos ao percorrer as tags guardadas pelo Bairos.

Já o WordPress me surpreendeu muito pela absoluta eficiência do SEO deles. Alguns posts meus aparecem nos primeiros resultados de buscas do Google. Isso me agrada bastante, pois aumenta a chance de pessoas com interesses semelhantes encontrarem o meu blog, e possivelmente interagir no mesmo. Pesquisando por “vostro windows xp”, o primeiro resultado no Google é o meu post onde eu relatei a experiência de arrancar o Windows Vista e instalar o Windows XP no meu notebook Dell Vostro 1500. Pesquisando por “vostro linux”, o meu post que relata os problemas que tive para instalar o Kubuntu e o sucesso da instalação do MEPIS no Vostro aparece em terceiro. Pesquisando por “Mylyn”, a entrevista que publiquei essa semana aparece em quarto 🙂

Reparem que eu coloquei buscas bastante gerais, que trazem muitos resultados. Ao pesquisar por vostro e windows xp, meu site aparece na frente do site da Dell e na frente do site da Microsoft, e em teoria ambos os sites são fontes mais relacionadas com os termos pesquisados do que o meu blog. Isto mostra o poder de uma boa gerência do SEO. O WordPress utiliza muito bem estas tags e meta-informações, basta dizer quais tags você quer utilizar e tentar formar URLs relevantes que o WordPress te coloca nas cabeças no Google 🙂

Com a avalanche de informações disponíveis atualmente e a falta de tempo habitual dos indivíduos, cresce muio a dificuldade em conseguir a atenção das pessoas para qualquer conteúdo. Como também foi falado no evento hoje, conquistar a atenção e o interesse de uma geração que aprende a jogar vídeo-game muito antes de ler é bem diferente de conquistar a atenção de quem viu o começo da TV no Brasil e não tinha grandes diversidades de conteúdo para escolher. No cenário atual, bom uso do SEO pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso de negócios na internet e aprender como o WordPress faz é um ótimo passo a se tomar! 😉